Aplicativo de mensagens
Desbloqueie o Slack e volte para o seu espaço de trabalho
Em algumas redes o Slack simplesmente não abre. Cole app.slack.com no TrickyBird e clique em Abrir: o Slack abre na mesma aba do navegador, buscado de fora da rede que filtra. O Wi-Fi de um hotel, o portal de um aeroporto, a rede de visitantes no escritório de um cliente: muitas delas filtram bate-papo e mensageiros como categoria inteira, em vez de mirar no Slack em particular. O seu navegador não se conecta a slack.com; ele conversa com um dos nossos próprios endereços, e o do Slack viaja dentro dele, codificado, não escrito por extenso.
O conselho para um Slack bloqueado começa sempre por um download: instale o aplicativo, ou instale uma VPN. Ambos pedem justamente a permissão que um aparelho gerenciado não dá, a de colocar software nele. O TrickyBird é um proxy web, ou seja, um site que você abre numa aba. Não há nada para instalar, então não há nada que o aparelho possa recusar.
Enquanto a aba estiver aberta, o Slack continua conversando com os servidores dele por uma conexão que o cliente segura, e não por um recarregamento. O TrickyBird leva essa conexão pelo proxy junto com a página. Telegram, WhatsApp e Discord seguram conexões próprias, carregadas do mesmo jeito. A nota de status mais abaixo diz o que vimos o Slack fazer, e quando.
O que esperar de Slack
Num computador, entramos num espaço de trabalho de teste nosso com o código que o Slack mandou para o nosso e-mail. O cliente carregou com a lista de canais, uma mensagem escrita num canal voltou confirmada e continuava lá depois de um recarregamento completo. Fizemos isso uma vez, à mão: o código de acesso chega por e-mail, então não há verificação automática por trás dessa parte. No celular não testamos.
O app.slack.com está bloqueado na sua rede?
A verificação pede a app.slack.com um arquivo pequeno direto da sua conexão, não pelo TrickyBird, então a sua rede vê esse pedido como qualquer visita direta.
Um dos nossos endereços, com o do site codificado dentro
Como o TrickyBird abre o Slack?
O seu navegador nunca conversa com o Slack. Ele conversa com o TrickyBird, que busca a página pela conexão dele e reescreve o HTML, o CSS e o JavaScript no caminho, para que cada link e cada requisição dentro da página apontem de volta para o endereço do TrickyBird em vez de sair para o Slack. Um script pequeno fica na aba para capturar o que o cliente pedir depois, que no Slack é quase tudo. Por isso um filtro na rede não encontra nada do Slack para casar: o que sai do seu navegador vai endereçado ao TrickyBird.
Entrar num espaço de trabalho não é uma página, é um percurso por vários hosts. Ele começa no slack.com, passa você para o app.slack.com e termina no host do seu próprio espaço de trabalho, aquele que traz o nome do seu time. Essa passagem é onde um proxy quebra em silêncio, porque o host que recebe é mais rigoroso quanto à origem aparente da requisição do que o host que mandou você. Chegar pelo endereço do TrickyBird, como todo o resto da página, é o que faz o percurso terminar na tela de login do seu espaço de trabalho, e não numa página de erro.
Dá para entrar com o código que o Slack manda por e-mail?
Dá, e essa é a entrada do próprio Slack, não algo que o TrickyBird monte: você informa o endereço da conta, o Slack manda um código para aquela caixa, você digita de volta e o Slack decide se deixa passar. O TrickyBird não acrescenta login nenhum e não contorna o do Slack.
O que a administração do seu espaço de trabalho enxerga?
O mesmo de sempre. O Slack vê uma conexão chegando do TrickyBird em vez do seu próprio endereço, então a rota muda mesmo. Entrar na conta é outro assunto: no momento em que você entra, o Slack sabe qual conta está falando, e as ferramentas de administração do seu espaço de trabalho mostram a sua atividade como mostrariam de qualquer jeito. Um proxy muda a rota, não quem você é depois de se identificar.
Os cookies do site que você abre ficam num armazenamento no servidor ligado à sua sessão, e tudo o que está nele é apagado cerca de uma hora depois do último cookie que chegou. Para operar o serviço e conter abusos, a borda guarda uma versão encurtada do seu endereço IP, o hostname de destino e detalhes básicos da resposta, por no máximo 48 horas, sem nenhuma conta do TrickyBird a que associar nada disso. A nossa página de segurança traz isso por inteiro.
Vale criar um hábito antes de passar uma conta de trabalho por tudo isso: abra um site sensível por sessão. Tudo o que você abrir na mesma sessão chega pelo mesmo endereço do TrickyBird, então por baixo o seu navegador trata o conjunto como um site só, e a separação entre eles é arrumação, não uma parede de segurança. Uma sessão nova, ou uma janela anônima nova, mantém um Slack de trabalho longe do resto.
Você tem permissão para abrir o Slack assim?
Quem administra a rede é que decide, e isso é uma questão de regras, não de lei. Se a rede é de um empregador ou de um campus, quem vale é a política de uso aceitável dela, não a lei. Leia antes de decidir: saber o que a regra diz não é a mesma coisa que receber a instrução de descumpri-la.
Há uma segunda linha, a do próprio Slack. Onde o Slack limita quem ele pode atender, o limite é do Slack e não um bloqueio da rede, e o TrickyBird não é o caminho para contornar isso. A nossa Política de Uso Aceitável diz onde estamos, e o guia sobre proxies e a lei cobre o resto.
Perguntas
Isso funciona quando a rede em que estou bloqueia o Slack?
Preciso instalar o aplicativo do Slack ou uma VPN?
Como funciona o login do Slack pelo TrickyBird?
Dá para enviar mensagens ou só ler?
O que a administração do meu espaço de trabalho enxerga se eu abrir o Slack assim?
Outros sites que as pessoas desbloqueiam
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